sexta-feira, 25 de abril de 2008

Oi anuncia compra da Brasil Telecom por R$ 5,8 bilhões

O grupo de telefonia Oi anunciou nesta sexta-feira a aquisição da Brasil Telecom por R$ 5,863 bilhões, na conclusão do negócio mais aguardado pelo mercado nos últimos meses. O valor ficou acima de algumas estimativas que circulavam pelo mercado, em torno de R$ 4,8 bilhões. Com o negócio, cria-se uma megatele de controle nacional. Juntas, as empresas somam 43,4 milhões de clientes, sendo 20,7 milhões em telefonia celular e 22,7 milhões na fixa.

"A Telemar entende que a complementaridade dos serviços telefônicos fixos comutados, dos serviços de telefonia móvel e dos serviços de comunicação de dados prestados pela Telemar e pela BrT permitirá a obtenção de economias de escala e de escopo que resultarão no melhor atendimento das necessidades do mercado e dos consumidores", disse a empresa em comunicado.

Do valor total R$ 5,863 bilhões, R$ 4,982 bilhões foram pagos para a aquisição da Invitel (dona da Solpart, que por sua vez é a controladora da Brasil Telecom Participações). Outros R$ 881 milhões serão pagos por ações de emissão da Brasil Telecom Participações detidas por alguns dos acionistas da BrT vinculados ao acordo feito entre os acionistas controladores da empresa --entre eles os fundos de pensão.

O negócio ainda depende de mudança na legislação do setor --já que atualmente é proibido uma empresa de telefonia fixa comprar outra de diferente área de atuação--, e de aprovação pelos órgãos reguladores, como a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Os dois órgãos ainda não foram notificados.

O contrato assinado entre Oi e BrT prevê que duas condições sejam cumpridas para o sucesso do negócio. A primeira é que a Anatel aprove a aquisição em até 240 dias. Além disso, deve ocorrer uma oferta pública de compra de ações ordinárias da BrT em circulação no mercado. O fechamento desta última operação deve ocorrer em até dez dias depois da aprovação da Anatel. Caso isso não ocorra, o contrato será desfeito e a Telemar pagará R$ 490 milhões de multa.

Independente do fechamento ou não do contrato, a Telemar pagará R$ 315 milhões para eliminar todas as pendências judiciais relativas à disputa do controle acionário da BrT --que envolvem os fundos de pensão Previ (de funcionários do Banco do Brasil) e Petros (dos petroleiros) e os bancos Citigroup e Opportunity, de Daniel Dantas.

Assim que a aquisição for concretizada, a Oi fará uma OPA (Oferta Pública de Ações) obrigatória para adquirir as ações de minoritários, conforme determina as regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que regula o mercado de ações). Nessa oferta a Oi pagará R$ 57,85 por ação ordinária da Brasil Telecom Participações e R$ 54,31 por ação ordinária da BrT.

A Oi também deverá fazer uma OPA, esta voluntária, para adquirir até um terço das ações preferenciais da Brasil Telecom Participações e da BrT, ao preço de R$ 30,47 e R$ 23,42, respectivamente. Segundo a empresa, esses preços representam um prêmio de 32,6% sobre a média das cotações das ações nos últimos 90 dias.

Negociação

Em comunicado hoje pela manhã, a holding Telemar Participações, que detém a operadora Oi, já havia adiantado que a conclusão e o conseqüente anúncio da operação poderia ocorrer hoje. Há pelo menos cinco meses circulam notícias sobre as negociações entre os executivos e advogados das duas empresas.

Todas as pendências envolvendo os sócios Citigroup e Opportunity, do empresário Daniel Dantas, que eram o último empecilho na Brasil Telecom, foram resolvidas no mês passado.

Embora a legislação atual do setor de telecomunicações possa ser outro empecilho, o governo já afirmou que mudará as regras para dar "sinal verde" à fusão. No início deste mês, o presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Ronaldo Sardenberg, afirmou que os estudos para mudanças em leis e regulamentos do setor também estavam "se aproximando do seu auge".

Para aceitar mudança na legislação e permitir a fusão Oi/BrT, o governo, porém, disse querer contrapartidas das empresas, mas não informou quais seriam elas. Além disso, já se articulou para garantir que no futuro a nova tele não caia em mãos estrangeiras. Assim, caso os acionistas resolvam vender o controle da nova empresa, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) terá preferência sobre a venda de participações.







Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u395747.shtml

Apple adquire empresa que fabrica chips potentes

Foi anunciada na terça-feira (21/04), pela Apple, a compra da P.A. Semi, uma companhia de 150 funcionários que projeta chips e microprocessadores conhecidos por seu bom desempenho e potência. O valor do negócio: US$ 278 milhões.

"A Apple adquire pequenas empresas de tecnologias de tempos em tempos, e nós geralmente não comentamos nossos planos e propósitos", disse o porta-voz da Apple, Steve Dowling, ao AppleInsider. O motivo da compra pode ser o uso desses chips em futuros iPhones e iPods, que hoje são formados por componentes de várias empresas diferentes. Produzir o próprio chip poderia causar uma melhora substancial nos portáteis. O motivo da venda, segundo rumores, pode ser o antigo desejo da empresa de ser fornecedora de chips e processadores para a Apple desde a época da adoção da Intel e do x86, já que até o momento do famoso keynote em que Steve Jobs anunciou sua mudança para a Intel, a P.A. Semi tinha certeza de que seria a escolhida para fabricar os chips da família MacBook.

Segundo o consultor Rainer Brockerhoff, a tecnologia da P.A. Semi faz mais sentido num MacBook Air 2 ou em um iTablet, do que em iPhones ou iPods. "Não faria sentido um chip 64-bit no iPhone, mas em um Mac ultraportátil ou em um AppleTV, sim", explicou.

De acordo com o site Gizmodo, a P.A. Semi foi fundada por Dan Dobberpuhl, chefe do núcleo de Design da Alpha Chips que, no ano passado, anunciou um processador dual core de 64 bits que seria 300% mais eficiente do que os atuais, consumindo apenas de 5 a 13 Watts rodando em 2GHz. A Intel, que tenta convencer a empresa da maçã a adotar seus próprios microprocessadores para portáteis, os Atom, fabrica chips que consomem 0.8 Watts em 800MHz.

Os chips e microprocessadores da P.A. Semi, contudo, não têm data para serem utilizados em qualquer dispositivo ou computador da Apple.

Fonte: http://oficinadanet.com/

terça-feira, 22 de abril de 2008

Microsoft denuncia criadora de programa com nome de Msnlock

A Microsoft denunciou uma mulher holandesa, mãe de três filhos, que desenvolveu um programa para controlar o número de horas que as crianças passam na internet e o batizou de MSNLOCK (algo como "cadeado" para o MSN).

O nome faz alusão ao programa de "chat" da Microsoft, que se chama MSN e é um dos mais populares do mundo. Carola Eppink teve sua idéia apoiada pela empresa Unicaresoft, que pretende comercializar o programa.

Diante das ameaças da Microsoft, a companhia optou por mudar o nome do programa para Benzoy, mas ainda assim, de acordo com a empresa, a Microsoft decidiu levar o caso para os tribunais.

O advogado da mulher, Marc de Boer, argumenta que o nome do programa se ajusta a sua finalidade e argumenta que o termo MSN já é "um sinônimo de 'bater papo'", segundo a agência holandesa ANP.

A Microsoft, que diz que não denunciou a mulher, mas a empresa comercializadora, mantém o processo judicial apesar da mudança do nome, porque quer que o domínio MSNLOCK seja retirado da internet.

O programa idealizado por Eppink permite limitar as horas que o usuário passa conversando com outros internautas e também estabelece filtros para determinadas páginas, com conteúdos de sexo ou outros temas não aptos para menores.

Fonte: http://oficinadanet.com/

Google é eleito marca mais valiosa do mundo pela segunda vez, indica pesquisa

Pelo segundo ano consecutivo, o Google foi escolhido a marca mais poderosa e valiosa do mundo, segundo o ranking Brandz. A lista foi publicado nesta segunda-feira no jornal "Financial Times" pela empresa de consultoria britânica Millward Brown.

O site de buscas mais popular da internet aparece no topo da lista --que não tem nenhum nome do Brasil-- com um valor estimado em torno de US$ 86 bilhões, 30% a mais que no ano passado.

"A posição do Google se deve a uma fantástica atuação financeira e ao valor de seu capital", comentou o diretor de contabilidade internacional da Millward Brown, Peter Walshe.

Na segunda posição aparece o conglomerado industrial, financeiro e de meios de comunicação General Electric (GE), com sua marca avaliada em quase US$ 71,38 bilhões, seguido da gigante da informática Microsoft, avaliada em US$ 70,89 bilhões.

Entre os dez primeiros estão ainda a Coca-Cola (US$ 58,2 bilhões), seguida pela China Mobile (US$ 57,2 bilhões), IBM (US$ 55,3 bilhões), Apple (US$ 55,2 bilhões), McDonald's (US$ 49,5 bilhões), Nokia (US$ 44 bilhões) e Marlboro (US$ 37,3 bilhões). Destas, três são estreantes no top 10: Apple, McDonald's e Nokia.

Balanço

No total, o valor das marcas do ranking aumentou 21%, ao passar de US$ 1,6 trilhão em 2007 para US$ 1,94 trilhão em 2008. "O ranking de marcas deste ano demonstra a importância de investir em marcas, especialmente em momentos de turbulências nos mercados", afirmou Joanna Seddon, conselheira delegada de Millward Brown.

"Nossos dados mostram que as marcas fortes continuam superando as fracas em participação de mercado e em preços de ações durante as recessões."

Em valores percentuais, a Blackberry é a marca com maior crescimento (390%) --aparece pela primeira vez no ranking, na posição de número 51. A Apple registrou um crescimento de 123%, enquanto a Vodafone cresceu 75%, e a Movistar, 73%.

A classificação da Millward Brown foi realizada a partir de uma pesquisa de opinião com um milhão de consumidores no mundo todo e com base em diversos dados financeiros sobre 50 mil marcas internacionais.

Confira abaixo quem ocupa as 20 primeiras posições:

  1. Google: US$ 86 bilhões
  2. General Electric: US$ 71,38 bilhões
  3. Microsoft: US$ 70,89 bilhões
  4. Coca-Cola: US$ 58,2 bilhões
  5. China Mobile: US$ 57,2 bilhões
  6. IBM: US$ 55,3 bilhões
  7. Apple: US$ 55,2 bilhões
  8. McDonald's: US$ 49,5 bilhões
  9. Nokia: US$ 44 bilhões
  10. Marlboro: US$ 37,3 bilhões
  11. Vodafone: US$ 36,962
  12. Toyota: US$ 35,134
  13. Wal-Mart: US$ 34,547
  14. Bank of America: US$ 33,092
  15. Citi: US$ 30,318
  16. HP: US$ 29,278
  17. BMW: US$ 28,015
  18. ICBC: US$ 28,004
  19. Louis Vuitton: US$ 25,739
  20. American Express: US$ 24,816
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Mais de 7 mil participam do Fisl 9.0

Terminou no sábado a nona edição do Fórum Internacional de Software Livre, o Fisl 9.0. O evento, que começou no dia 17 em Porto Alegre (RS), reuniu mais de 7 mil participantes de 21 países. Segundo a organização, esta foi a edição com maior número de participantes desde 2000, quando foi realizado o primeiro fórum.

Foram quase 300 palestras e, nesses três dias, professores, estudantes, empresários, pesquisadores e especialistas puderam compartilhar conhecimentos sobre o software livre, além de discutir, divulgar e buscar melhorar essa tecnologia.

O software livre é um programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição.

Usar um programa de computador, com código aberto, significa ter a possibilidade de entender como ele funciona, podendo modificá-lo de acordo com as necessidades do usuário. Em outras palavras, qualquer um pode acessar e alterar a área em que estão registradas as informações que fazem o programa funcionar, o chamado código fonte. Por isso, ele é considerado aberto e livre.

O Fisl permitiu a discussão sobre a potencialidade dessa tecnologia e o seu uso em diversos campos, como na educação, na inclusão digital, no governo e no desenvolvimento das tecnologias da informação, como observou Jon Hall, um dos fundadores do conceito de software livre.

"Empresas, comunidade e governos devem andar juntos e o Brasil é um bom exemplo disso."

Para ele, o Brasil "é a estrela guia do software livre".

Devido à possibilidade de se compartilhar conhecimentos, o software livre pode se transformar em ferramenta de exportação de mão-de-obra especializada. Para evitar isso, Hall diz que é preciso desenvolver uma economia baseada na cooperação e competição e fugindo da "escravidão do software", que é a lógica, de acordo com ele, do software proprietário.

"Você evita a escravidão ao pensar no que está fazendo. Se as pessoas entendem o que estão fazendo, o que está acontecendo, a única escolha lógica será o software livre", explica.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Yahoo! traz pai do php para o Brasil

O Yahoo! traz ao Brasil uma lenda da programação para palestrar aos participantes do 9º Fórum Internacional de Software Livre (FISL 9.0), que ocorrerá de 17 a 19 de abril, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). Rasmus Lerdorf, atualmente arquiteto de infraestrutura do Yahoo! nos EUA, é conhecido por ter dado vida ao projeto PHP, em 1995, e ter contribuído desta forma para o desenvolvimento de uma série de programas de plataforma aberta nos anos seguintes.

Nascido na Groenlândia, e criado na Dinamarca e no Canadá, Rasmus Lerdorf é formado em Engenharia de Design de Sistemas pela Universidade de Waterloo. Em sua palestra no FISL 9.0, no dia 18/04, sexta-feira, às 14hs, Rasmus Lerdorf falará sobre linguagem PHP em larga escala.

Os temas escala, performance e segurança serão os principais tópicos abordados, com o objetivo de demonstrar aos presentes como construir aplicativos web maiores e mais rápidos baseados nestes conceitos.

"Para construir aplicativos mais amplos e mais velozes, é fundamental entender estes conceitos", comenta Lerdorf. A palestra mostrará ainda como aprimorar, profissionalizar e otimizar códigos para escala e performance, além de pontos como erros freqüentes de segurança e uma introdução ao conceito de data firewall.

Fim do Windows está próximo

O avanço da tecnologia, os novos suportes informáticos e a grande quantidade de concorrentes podem fazer com que, em pouco tempo, o sistema operacional Windows do modo como é hoje se torne obsoleto e saia de circulação. Isso é o que afirmaram analistas americanos de renome em uma conferência chamada "O Windows está desmoronando" ("Windows is collapsing"), em Las Vegas, nos Estados Unidos. Estes especialistas recomendaram que a Microsoft deixe de se centrar em seu sistema operacional e aposte mais no software de uso direto na Internet.

Desde sua primeira versão de 1985 até o Windows Vista de 2007, o carro chefe da Microsoft tem sido o preferido dos usuários. Mas a hegemonia da estrela da companhia de Bill Gates pode sofrer um sério revés se não fizer mudanças drásticas em seu sistema operacional.

Os analistas Michael Silver e Neil MacDonald, da empresa consultora de tecnologia Gartner, deixaram bem claro: "A Microsoft não está respondendo ao mercado, está sobrecarregada por uma herança de quase duas décadas de códigos e decisões, e está enfrentando uma competição muito séria".

Hacker constrói laptop de PS3

Benjamin Heckendorn, ou Ben Heck, é considerado um gênio na área de modding (modificação) de computadores e aparelhos eletrônicos. Colaborador do site de tecnologia Engadget, Ben acaba de produzir um laptop feito a partir do console Playstation 3.

ps3 notePelos dados fornecidos ao Engadget, o equipamento mantém as características do console, como o HD de 60 GB, o drive Blu-ray e as portas USB, mas foi modificado para receber um display de 17 polegadas, alto-falantes estéreo e teclado embutidos. Tudo isso, pesando 7 quilos. Esse modelo de laptop exclusivamente para o site, que já sabe o destino da máquina: "Você que é fã de Playstation, gostaria dessa peça única para você? Você terá. Estaremos leiloando essa peça para a caridade em breve".

O PS3 Laptop está sendo considerado um dos melhores projetos do especialista, que já produziu um laptop a partir do console Wii e um outro a partir do Xbox 360 (esse oferece, inclusive, câmera embutida), conforme noticiou o site Joystick.

Entre suas outras "obras de arte", que podem ser conferidas em benheck.com, constam um portátil do Atari Jaguar, um controle de Xbox 360 que pode ser utilizado no PS3, um laptop do Atari 800 e um Colecovision portátil. Um de seus produtos, o fone de ouvido retrô, chegou inclusive a ser comercializado. Em seu site, Ben explica de forma ilustrada como produz alguns de seus mods, incentivando que novas peças sejam criadas.

Fonte: http://oficinadanet.com/

segunda-feira, 24 de março de 2008

Conheça Mark Zuckerberg, o magnata mais jovem do mundo

Ele vive num apartamento de um quarto com um colchão no chão e veste camiseta e sandálias, mas, aos 23 anos, o norte-americano Mark Zuckerberg é o mais jovem magnata do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 1,5 bilhão.

Muitos milionários levam toda uma vida para construir fortuna, mas para Zuckerberg, fundador da rede de relacionamentos Facebook, foram necessários apenas quatro anos. Tudo começou em fevereiro de 2004, quando ele lançou junto com alguns colegas da Universidade de Harvard um novo site para se fazer amigos na internet.

Neste mês, Mark Zuckerberg entrou para o exclusivo grupo de 1.125 magnatas do mundo que possuem mais de um bilhão de dólares, segundo uma lista estabelecida pela revista financeira americana "Forbes", na qual ele ocupa o 785º lugar.

Segundo a "Forbes", o guru dos investimentos dos Estados Unidos Warren Buffett é o homem mais rico do mundo, passando o magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim e o americano Bill Gates, fundador da Microsoft.

Desleixo

Conhecido pela aparência desleixada, avesso a terno e gravata dos empresários de megacorporações, Zuckerberg foi apelidado de "o novo príncipe da internet" pelo site especializado Valleywag.

"Ele é atualmente o magnata mais jovem do mundo e acreditamos que também seja o mais jovem a ter construído sua própria fortuna", disse o editor da "Forbes", Matthew Miller.

Para avaliar a fortuna de Zuckerberg em US$ 1,5 bilhão, a "Forbes" se baseou em uma prudente estimativa de US$ 5 bilhões como sendo o atual valor do Facebook, considerando que o jovem possui 30% da empresa.

Nascido em 1984 em uma família judia de Dobbs Ferry, no estado de Nova York, Zuckerberg começou a programar computadores aos doze anos, antes de entrar no Universidade de Harvard, em 2002.

Aos 19 anos, lançou o Facebook junto com vários colegas em um computador instalado no dormitório universitário. O objetivo era socializar com os outros alunos, e em duas semanas dois terços dos estudantes de Harvard haviam aderido ao novo site.

O Facebook logo se espalhou para outras instituições de ensino norte-americanas: a Universidade de Boston, o MIT, Stanford, Columbia, Yale, Princeton, até conquistar boa parte da rede universitária dos Estados Unidos.

Em poucos meses, Zuckerberg se mudou para Palo Alto, na Califórnia, abriu um escritório e não apareceu mais para as aulas em Harvard.

Dois anos depois, o Facebook se tornou um sucesso mundial, com 64 milhões de usuários.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u385177.shtml

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Esgotada, a gigante pede ajuda

Oh, como os poderosos despencaram! Esta pode ser uma maneira estranha para caracterizar uma empresa que anunciou sua disposição de despender US$ 44,6 bilhões para fazer a maior tomada hostil de controle de sua história. Uma empresa que provavelmente vai gerar cerca de US$ 60 bilhões em receitas quando seu ano fiscal terminar, em junho. Uma empresa cuja fatia de mercado no campo dos seus principais produtos é ainda grande, apesar de recentes incursões da parte do seu brilhante concorrente.

Não tendo conseguido desafiar o Google na área que mais lhe interessa - publicidade online -, viu sua alternativa reduzida à compra do mais próximo, embora ainda distante, concorrente do Google.

Em muitos aspectos, a empresa tornou-se aquilo que Bill Gates temia - vagarosa, burocrática, lenta na sua resposta às novas formas de concorrência -, como ocorreu com a IBM quando a Microsoft convenceu a gigante tecnológica da época a usar o seu sistema operacional . O PC da IBM foi introduzido no verão (nos Estados Unidos) de 1981. Já se passaram quase 27 anos e o produto básico da Microsoft ainda é o seu sistema operacional, hoje chamado Windows - e o seu aplicativo Office, que roda no Windows.

Produtos que renderam bilhões de dólares anuais para a empresa. A mais recente versão do Windows, que entrou no mercado há quase um ano, já está instalada em 100 milhões de computadores. Contudo, em tecnologia, com seus 27 anos, há um forte sentimento de que, embora a empresa tenha aplicado um enorme esforço durante anos para proteger seu monopólio, o mundo a ultrapassou.

Em particular, o mundo da tecnologia hoje está centralizado na internet, onde o reinado supremo é do Google, e a Microsoft nunca conseguiu fazer sérias incursões nesse campo. Há alguns anos, lançou seu próprio serviço, o MSN. Empenhou-se para desenvolver um instrumento de busca que pudesse competir com o do Google.

Desenvolveu uma infra-estrutura de publicidade para colocar anúncios em outros websites - outra especialidade do Google - e gerar suas próprias receitas de publicidade. Em ambos os casos, continuou atrasada e sem lucrar. Por exemplo, apenas 4% das buscas na internet, em todo o mundo, são feitas com o instrumento de busca da Microsoft, comparado com as mais de 65% realizadas com o motor do Google.

"Das cinco maiores divisões", disse Brent Thill, analista de software do Citigroup, "a divisão online é a única que dá prejuízo. O problema são os engenheiros de software da Microsoft, seu DNA é muito diferente do DNA de alguém que desenvolve ativos online. É uma mentalidade diferente"

Além disso, as velhas estratégias que antes funcionaram tão bem para a Microsoft - quando o mundo ainda girava em torno do Windows - não têm mais lugar neste novo mundo. Em meados da década de 90, quando a Netscape representou uma ameaça para a sua hegemonia, a Microsoft criou seu próprio browser, o Internet Explorer, tornando-o parte integrante do Windows. E usou seu monopólio no campo do desktop para revidar. Finalmente a Netscape foi vencida - e o Departamento de Justiça processou judicialmente a Microsoft por violações antitruste.

Hoje a Microsoft não tem nem o poder de fogo nem agilidade para competir com o Google. Seu monopólio do sistema operacional não lhe dá nenhuma vantagem nessa batalha. As pessoas podem usar o sistema operacional da internet e o seu navegador para acessar a internet - e o Google - ou pode usar o sistema da Apple. Realmente não importa.

Entretanto, a cada nova mania na internet, como a atual febre das redes sociais, a Microsoft é pega de surpresa e precisa correr para entrar no jogo. Mas é sempre assim quando as empresas ficam muito grandes - e é por isso que as verdadeiras inovações partem das pequenas companhias, que não têm uma concepção das coisas predeterminada nem os lucros do monopólio para protegê-las.

A aquisição do Yahoo - supondo que realmente aconteça, já que estamos ainda muito longe de uma conclusão - propiciará a grande mudança para a Microsoft? Tudo é possível, imagino. Falei com vários especialistas em tecnologia que estão convencidos de que ela tem algum sentido.

Andy Kessler, investidor da área de tecnologia e escritor, qualificou essa proposta de compra como uma "jogada ofensiva inteligente". Para Mark Anderson, presidente do Strategic News Service , "eles vão ficar com o número dois online na área de publicidade, num bom momento e a um bom preço". Rob Enderle, do Enderle Group, disse que era apenas uma questão de tempo até que alguém apostasse na compra do Yahoo e "faz sentido que seja a Microsoft".

Mas sejamos honestos. A Microsoft não está comprando exatamente a maior empresa. Mesmo depois da fusão com o Yahoo, o Google ainda terá duas vezes mais o mercado de busca do que seu concorrente. O serviço de colocação de anúncios do Google é superior tanto ao da Microsoft quanto ao do Yahoo. E o Yahoo vem tendo dificuldades nos últimos anos. Ele poderia também ter se adiantado na área das redes sociais, suas salas de bate-papo podiam ser usadas facilmente para alguma coisa que rivalizasse com o Facebook. Da mesma maneira que a Microsoft, deixaram escapar a oportunidade. O Yahoo é claramente uma empresa que perdeu a rota. Tenho dúvidas se a Microsoft pode mudar o foco da empresa e transformá-la numa concorrente viável do Google.

Também me pergunto o que o Yahoo vai ganhar com o negócio - além de um ágio para sua ação enfraquecida. "A aquisição vai ajudar a sua marca?", indagou Mark Mahaney, que cobre o Yahoo para o Citigroup. "Não. Isso vai proporcionar a eles uma melhor tecnologia de busca? Não. Ela vai lhes dar uma maior força nas vendas de publicidade? Não. Suspeito que, neste momento, tudo isso está sendo questionado nas salas da diretoria", acrescentou.

O que mais me surpreendeu na sexta-feira foram as expectativas da própria Microsoft com relação à compra. Falando claramente, eram bem reduzidas. Quando conversei com Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior da Microsoft no campo de parcerias estratégicas, o homem que está liderando grande parte dos esforços online da empresa nos últimos anos, ele não falou uma única vez em esmagar a concorrência nem mesmo sobre equiparar-se com ela.

Uma aquisição do Yahoo, disse ele, "será bom para os consumidores que desejam um outro motor de busca, editores de web que querem um outro serviço de colocação de anúncios e anunciantes que também querem mais uma opção além do Google. "Por causa do grande volume e os seus algoritmos, o Google é eficiente. Mas as pessoas gostariam de uma segunda opção também confiável."

Ele estaria dizendo que a Microsoft estaria contente em ser "essa segunda opção confiável?" Demorei para acreditar. Mas, mesmo quando insisti, ele reiterou. "As receitas de publicidade online devem chegar aos US$ 80 bilhões dentro de alguns anos", disse ele. "Isso significa uma tremenda oportunidade para todos os que estão no mercado. Existe espaço para outro protagonista confiável."

Penso no outono de 2005, quando Bill Gates visitou o The New York Times e um editor lhe perguntou se a Microsoft "faria com o Google o que tinha feito com a Netscape". "Não...", respondeu rindo. "Faremos algo diferente." Não é bem assim.

Fonte: Estadao.com.br

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Crescimento do Google ajuda Microsoft em lei antitruste

O Google Inc. domina de tal forma o mercado de buscas e publicidade na Internet que dificilmente as autoridades vão considerar que a absorção do Yahoo pela Microsoft Corp. viola as leis antitruste, disseram dois especialistas na sexta-feira.

A Microsoft, maior fabricante mundial de softwares, enviou na noite de quinta-feira uma carta ao conselho do Yahoo oferecendo 44,6 bilhões de dólares pela empresa. Na sexta, o Yahoo disse que o conselho vai avaliar a oferta.

Evan Stewart, da consultoria Zuckerman, Spaeder LLP, disse que essa aquisição deve ser aprovada pelas autoridades porque existe um grande concorrente, o Google, porque o setor de tecnologia da informação muda rapidamente e porque há relativamente poucas barreiras para a entrada de novas empresas no mercado.

"No fim das contas, é difícil ver como eles podem rejeitar isso", disse Stewart.

As autoridades de proteção da concorrência nos EUA e na Europa costumam ser duras com fusões que reduzam de três para dois o número de grandes empresas num determinado setor, pois uma menor concorrência pode levar a preços mais altos para o consumidor.

Em 2001, a empresa HJ Heinz desistiu de adquirir a Beech-Nut porque as autoridades eram contra a fusão entre o segundo e o terceiro maior fabricante de alimentos para bebês.

Já a criação de um concorrente mais forte para o Google parece seduzir as autoridades do setor.

Segundo a empresa de auditoria comScore, o Google tem 77 por cento de participação no mercado global de buscas pela Internet. O Yahoo é o segundo, com 16 por cento, e a Microsoft ocupa um distante terceiro lugar, com 3,7 por cento.

"O que se quer é mais do que um só 'player' dominante", disse Edward Henneberry, co-presidente da Heller Ehrman LLP, consultoria européia para questões de concorrência.

Em San Francisco, Thomas Barnett, secretário-assistente de Justiça dos EUA para questões antitruste, disse apenas estar "ciente" da possível aquisição.

O senador democrata Herb Kohl disse que uma subcomissão antitruste presidida por ele vai realizar audiências sobre o tema caso o Yahoo aceite a proposta.

"Vamos precisar escrutinar o acordo cuidadosamente para garantir que não vai causar mal nenhum à competitividade do que tem sido um vibrante mercado da alta tecnologia, ou impactar negativamente os direitos de privacidade dos usuários da Internet", disse Kohl em nota.

Mas Hennenberry disse que as agências reguladoras dos EUA e da Europa devem deixar de lado as preocupações manifestadas por defensores do direito à privacidade. "As questões de privacidade não são realmente questões de concorrência", afirmou.


Fonte: Yahoo.com.br

Microsoft quer comprar Yahoo! Essa é a saída?

A Google sempre ganhou usuários pela qualidade e inovação de seus serviços. Busca, mapas e email da empresa são, para muitos, insuperáveis. A gigante revolucionou diversas vezes a internet; primeiro com sua busca simples e inteligente, depois com a popularização do conjunto de tecnologias AJAX. Hoje, é um dos maiores cases de sucesso em tecnologia.

Na outra ponta da web, temos o Yahoo. Fonte de inspiração do Google, hoje as duas empresas cobrem a maior parte do desejo por serviços online dos internautas. A Yahoo, aliás, tem uma história muita parecida com a da Google, para quem conhece.

A grande diferença das duas maiores empresas que abraçam a internet é a forma como elas se completam: a Google prioriza sua tecnologia para crescer. O Yahoo valoriza seus funcionários. E cada uma conquista usuários de seu jeito.

Querendo entrar na brincadeira, há tempos, está a Microsoft. A gigante dos computadores pessoais, na web não passa de um elefante branco: muito dinheiro, muitos serviços, muita publicidade, e pouca aceitação. A Microsoft já começou na web cometendo o mesmo erro que o Yahoo cometeu quando perdeu espaço para o Google: esquecer de inovar. Um usuário só vai utilizar um serviço novo, se trouxer algum benefício sobre o antigo. Não adianta passar o resto da vida correndo atrás apenas tentando fazer igual.

Amarração e falta de foco

Vou resumir ao máximo a estratégia da Microsoft na web: o MSN existe para combater o Yahoo. E Windows Live para combater o Google. E até hoje nenhum conseguiu com sucesso.

Mas por que não? Porque a Microsoft não é uma empresa focada nem em tecnologia, nem em gente: ela é focada em negócios. E nesse cenário, somente negócios não agrada usuário.

A Microsoft só vende Windows para usuários porque tem muitas parcerias, que dependem dele ganhar dinheiro. E entenda como parceiro desde o técnico do computador ao desenvolvedor de software, passando por fabricantes de anti-vírus e de computadores.

Da mesma forma que ela vende Windows “amarrando” a tudo e a todos no processo, ela vem tendando fazer isso com na web. Quem compra Windows, já tem Outlook (fácil de configurar o Hotmail), Windows Messenger (um salto pro portal MSN), Internet Explorer e Windows Media Player (ambos também com ligações a seus serviços online). O Windows Vista traz links para o Windows Live logo na tela de boas vindas. E recentemente a empresa fez parcerias com Digg.com e comprou influência no crescente Facebook.

Temos que admitir: a Microsoft está comendo pelas beiradas. O problema é que a sopa já está esfriando.

A volta por cima

Em um momento em que pessoas especulam que a Microsoft já está condenada até no mundo dos sistema operacionais, a gigante dá um susto em todo o mercado: faz uma proposta de compra para a Yahoo. Sim, já é confirmado. E são 44,6 bilhões de dólares.

O que podemos concluir disso? Primeiro: a Microsoft está mesmo disposta a passar a Google, em todos os sentidos. Ela vai aliar sua estratégia em negócios ao carisma do Yahoo e com essa arma pretende combater o crescimento frenético da Google. E segundo: ou a Microsoft sabe muito bem o que está fazendo, ou está dando tiro para todos os lados. Eu nunca ouvi falar de uma aquisição de valor tão alto na história.

Esperamos que, no fim dessa história, prevaleça a concorrência saudável. Como usuário, eu detestaria ver o nascimento de um duopólio como este que pode estar por vir.

Fonte: Undergoogle.com

Vantagens da compra da Yahoo! pela Microsoft

Olhando pelo lado bom: duas empresas como a Microsoft e o Yahoo! juntas poderia trazer benefícios. A começar pela integração de seus serviços e produtos. Yahoo! Messenger e Windows Live Messenger poderiam conversar melhor e com mais recursos habilitados; o Yahoo! poderia ter melhores softwares e serviços do Yahoo! poderiam ser integrados ao sistema operacional Windows, assim como acontece com o Windows Live, da Microsoft. O Live Search também seria melhorado, exibindo resultados do Yahoo! Search.

Outro ponto destacado pelo editor do Google Discovery, Rômulo Mendes, é que com os investimentos da Microsoft, o Yahoo! poderá melhorar ainda mais seus produtos, e quem ganhará com isso serão nós usuários. Uma possível união destas duas empresas também fará o Google agir e começar a inovar (todos devemos concordar que a gigante de MountainView está meio… "parada" ultimamente).

Fonte: Googlediscovery.com

Microsoft oferece US$ 44 bi pela Yahoo!

Microsoft ofereceu ao Yahoo! um acordo para a compra da empresa envolvendo ações e dinheiro.

A Microsoft acrescentou que a oferta é de 31 dólares por ação, o que representa um prêmio de 62 por cento sobre o preço da ação no fechamento do mercado norte-americano na quinta-feira.

"Temos grande respeito pelo Yahoo e juntos podemos oferecer um conjunto animador de soluções para consumidores, publishers e anunciantes, ao mesmo tempo que nos tornamos melhor posicionados para competir no mercado de serviços online", afirmou o presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, em comunicado.

O Yahoo não estava imediatamente disponível para comentar.

A Microsoft afirma ter identificado quatro áreas nas quais poderia gerar pelo menos 1 bilhão de dólares por ano em sinergias.

As ações do Yahoo subiram 56 por cento, a 29,95 dólares, antes da abertura do mercado nesta sexta-feira.

Fonte: Info.abril.com.br

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

MS libera versões do Vista para virtualização

A Microsoft decidiu liberar as versões Home Basic e Home Premium para rodar em máquinas virtuais.

Até agora, só as versões Business e Ultimate podiam funcionar em aplicativos como VMware ou Parallels, este último desenvolvido para liberar o Windows em máquinas da Apple.

Originalmente, a Microsoft argumentava que rodar o Vista em modo virtual apresentava falhas de segurança e, por tanto, seu uso só era apropriado com versões mais completas, como a Ultimate e Business.

Com a mudança, qualquer versão do Vista poderá funcionar em sistemas de virtualização. Na prática, isto deve levar o Vista para mais máquinas, especialmente para os usuários de Mac que relutavam em pagar por uma versão Ultimate, sensivelmente mais cara, só para ter o benefício da virtualização.

- Que usuário Mac seria louco de trocar Mac por Windows?

Fonte:http://info.abril.com.br/

Trojan de MSN muda idioma de acordo com vítima

Um novo vírus para Windows XP foi encontrado na rede de mensagens instantâneas da Microsoft, Windows Live Messenger (anteriormente conhecido como MSN Messenger), e tem como principal característica a de mudar sua abordagem de acordo com o idioma da possível vítima.

O Channel Register informou que o IRCBOT-RB tenta enganar o usuário com a técnica clássica de envio de mensagens com links que levariam para supostas fotos de sites de redes sociais como MySpace e Facebook. No texto, um convite pergunta se o usuário quer ver as fotos antes que elas sejam enviadas para o Facebook.

Ao clicar no link, o usuário incauto é levado para sites maliciosos que tentam explorar falhas e baixar novos malwares, que colocam o sistema infectado à disposição de uma rede. A diferença desta nova praga é a capacidade de se modificar de acordo com a linguagem do sistema operacional afetado, um fator extra que seria capaz de convencer alguns usuários a caírem na armadilha.

Segundo a Trend Micro, o trojan abre uma imagem quando se instala corretamente, mostrando uma foto distorcida de um rosto, provavelmente tirada com uma webcam, com o título de janela "don´t laugh, haha!!" (em português "não ria, haha !!").

Recomenda-se a qualquer usuário não cair na tentação de clicar em links suspeitos distribuídos em qualquer rede de mensagem instantânea, a menos que se tenha certeza da origem, e também suspeitar de mensagens que se refiram a redes sociais online.

O site Trend Micro possui uma ferramenta que pode limpar o vírus, acessível no link "Solution" em tinyurl.com/39lg5t.

Fonte:http://br.tecnologia.yahoo.com/

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

CS e Everquest estão proibidos no Brasil

Os populares jogos Counter Strike e Everquest estão proibidos em todo o territorial nacional em razão de decisão judicial da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais.

O Procon de Goiás já começou a fazer o recolhimento dos jogos no Estado, segundo uma nota divulgada no site do órgão.

Segundo a decisão da Justiça, os jogos “são nocivos à saúde dos consumidores”, infringindo os artigos 6, I, 8, 10 e 39, IV do Código de Defesa do Consumidor.

O site do Procon afirma que, no jogo, “traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas”, no que parece ser uma referência ao mapa cs_rio, desenvolvido por brasileiros e disponível em vários sites por download.

O mapa recria um ambiente similar a uma favela no Rio de Janeiro, com imagens do Cristo Redentor ao fundo, mas em nenhum momento a versão original do mapa inclui integrantes das Nações Unidas, somente os personagens originais do game, que é uma modificação do jogo Half-Life.

Produzido pela Valve, o game está disponível no país desde 2000. O Counter Strike (CS) é um dos games mais presentes em Lan Houses e em competições internacionais, como o World Cyber Games, onde a categoria mais disputada é a do game CS.

Quanto ao RPG online Everquest, o texto alega que o game leva o jogador “ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos ‘pesados’”, afirmando que as tarefas do jogo podem ser boas ou más.

Essa é uma característica presente em quase todo Role Playing Game (RPG), onde os jogadores controlam uma personagem em mundos fantasiosos. O Everquest é distribuído pela Sony.

A Eletronic Arts, responsável pela distribuição do game Counter Strike no Brasil, afirma, em nota oficial que ainda não notificada oficialmente pela Justiça.

Ela também esclareceu que "itens como traficantes, a cidade do Rio de Janeiro, favela, trilha sonora funk e pontuação extra por matar PMS, não fazem parte do jogo original".

Estas modificações, de acordo com a empresa, foram criadas por pessoas que não têm qualquer tipo de ligação ou relacionamento com ambas as empresas e que dispuseram seu download gratuitamente pela internet. A EA aguarda notificação judicial para poder tomar as devidas providências.


Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Dilema: Computador faz mal à vista ou não?

Você acha que passar tempo demais na frente do computador faz mal à vista? Até um tempo atrás, eu não acreditava nisso, mas depois de pesquisar um pouco o assunto posso afirmar: há um pingo de verdade nessa história.

Reza a lenda, que a claridade do monitor emite ondas alfas radioativas que corroem a retina alguma coisa que não faz bem para os nossos olhos. A verdade é que a própria claridade não faz bem para o olho. Esta radiação não causa danos físicos ao olho, mas a exposição prolongada pode provocar alguns sintomas temporários, como olhos vermelhos e lacrimejantes, sensibilidade à luz, e dificuldade para atingir o foco.

Você certamente já passou madrugadas no computador, e a sensação é que alguém jogou areia nos seus olhos, certo? O globo fica todo ressecado, e a vista começa a embaçar. Este ressecamento talvez seja o único e pior mal que o computador nos causa.

Isto acontece, pois ao ficarmos na frente do monitor, piscamos até cinco vezes menos! Como consequência, este ressecamento pode sim causar males à córnea.

Eu que trabalho o dia todo no computador, me pego nas situações citadas acima com freqüência, principalmente com relação a dificuldade para atingir o foco. É normal para mim abrir o meu leitor de feeds, e não conseguir passar do primeiro artigo. As letras parecem ensaiar um esquema de pirotecnia.

E tem mais, este cansaço visual não ataca apenas quem tem algum problema de visão. Eu sou prova viva disso, nunca precisei de óculos na minha vida.

Fique atento! Há algumas medidas que você pode tomar para melhorar a sua experiência na frente do computador. A mais clássica (e efetiva) é fazer intervalos regulares. Eu sei que é difícil (acredite!), mas tente se afastar do computador por alguns minutos, algumas vezes por dia. Trabalhar em ambientes escuros força a vista, mantenha a luz acesa sempre.

No que diz respeito a configuração da máquina, sempre deixe o monitor com o contraste no máximo, e o brilho (quase) no mínimo. Isso é uma lição que todo profissional de design e fotografia digital deve conhecer.

Mantenha a taxa de atualização do monitor na mais alta possível, o ideal é a partir dos 85hz. Monitores de LCD também são menos prejudiciais, pois não emitem elétrons, e deixam a imagem menos tremida.

Fonte: http://www.tecnoblog.net/

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a todos!

Desejo a todos um feliz natal e um próspero ano novo a todos!
(em especial ao

sábado, 24 de novembro de 2007

Bug: Visualizar Fotos Trancadas do Orkut

Visualizar Fotos Trancadas do Orkut de Pessoas Não Adicionadas:

1. Como todos nós sabemos devido a grande melhoria do Orkut em termos de segurança e privacidade, o Orkut ainda deixa a desejar pelo menos no quesito privacidade. Existe uma maneira pela qual é possível visualizar as fotos de outras pessoas ainda que estejam trancadas. Esse método porém abre tão somente a prévia de imagem original postada pelo usuário. Tamanho: 160 x 120 pixels. Porém com alguns plugins do próprio Firefox você consegue aumentar o tamanho apesar da baixa resolução. Se a curiosidade for grande e você não quiser adicionar a pessoa para ver suas fotos, use esse método. Lembrando apenas que o método citado não possui fins para difamar a empresa ou para quaisquer fins ilícitos, é para apenas fins de pesquisa e desenvolvimento de melhorias da Rede Social Orkut. Abaixo eis o exemplo de um Orkut trancado. No caso o meu mesmo para evitar publicar imagens sem devida autorização de terceiros.

2. Assim sendo vá até algum scrap que a pessoa tenha enviado para algum amigo, ou até mesmo para você. Podendo ser inclusive postagem em algum tópico de comunidade. Clique com o botão direito de seu navegador em cima da foto, clique em propriedades da imagem e você terá escrito o endereço da imagem. Anotem o número da imagem. Esse número é o: XXXXXXX.jpg que irá aparecer no final do link da mesma. Guarde esse número conforme imagem abaixo.

3. Abra uma aba do seu navegador e digite o endereço ( http://img3.orkut.com/images/milieu/1/0/), seguido do número da imagem que você acabou de guardar. Exemplo:

http://img3.orkut.com/images/milieu/1/0/XXXXXX.jpg

Pronto, a imagem trancada em tamanho reduzido (160 x 120 pixels) irá aparecer no seu navegador bem diante dos seus olhos.

Lembrando que no endereço: http://img3.orkut.com/images/milieu/1/0/ . O 1 representa o PID da foto do álbum da pessoa. Para visualizar demais fotos altere o 1 para 2,3,4..5..50.. até 100 que é o número máximo de fotos atual. No meu exemplo a PID foi a de número 20. Caso nenhuma imagem apareça e der erro 404, significa que não existe esse PID, ou seja, não existe uma foto.

Simples não ?

Fonte: http://googlediscovery.com/
Autor:
Marco Faustino