Fonte: http://oficinadanet.com/
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Hacker constrói laptop de PS3
Fonte: http://oficinadanet.com/
segunda-feira, 24 de março de 2008
Conheça Mark Zuckerberg, o magnata mais jovem do mundo
Ele vive num apartamento de um quarto com um colchão no chão e veste camiseta e sandálias, mas, aos 23 anos, o norte-americano Mark Zuckerberg é o mais jovem magnata do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 1,5 bilhão.
Muitos milionários levam toda uma vida para construir fortuna, mas para Zuckerberg, fundador da rede de relacionamentos Facebook, foram necessários apenas quatro anos. Tudo começou em fevereiro de 2004, quando ele lançou junto com alguns colegas da Universidade de Harvard um novo site para se fazer amigos na internet.
Neste mês, Mark Zuckerberg entrou para o exclusivo grupo de 1.125 magnatas do mundo que possuem mais de um bilhão de dólares, segundo uma lista estabelecida pela revista financeira americana "Forbes", na qual ele ocupa o 785º lugar.
Segundo a "Forbes", o guru dos investimentos dos Estados Unidos Warren Buffett é o homem mais rico do mundo, passando o magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim e o americano Bill Gates, fundador da Microsoft.
Desleixo
Conhecido pela aparência desleixada, avesso a terno e gravata dos empresários de megacorporações, Zuckerberg foi apelidado de "o novo príncipe da internet" pelo site especializado Valleywag.
"Ele é atualmente o magnata mais jovem do mundo e acreditamos que também seja o mais jovem a ter construído sua própria fortuna", disse o editor da "Forbes", Matthew Miller.
Para avaliar a fortuna de Zuckerberg em US$ 1,5 bilhão, a "Forbes" se baseou em uma prudente estimativa de US$ 5 bilhões como sendo o atual valor do Facebook, considerando que o jovem possui 30% da empresa.
Nascido em 1984 em uma família judia de Dobbs Ferry, no estado de Nova York, Zuckerberg começou a programar computadores aos doze anos, antes de entrar no Universidade de Harvard, em 2002.
Aos 19 anos, lançou o Facebook junto com vários colegas em um computador instalado no dormitório universitário. O objetivo era socializar com os outros alunos, e em duas semanas dois terços dos estudantes de Harvard haviam aderido ao novo site.
O Facebook logo se espalhou para outras instituições de ensino norte-americanas: a Universidade de Boston, o MIT, Stanford, Columbia, Yale, Princeton, até conquistar boa parte da rede universitária dos Estados Unidos.
Em poucos meses, Zuckerberg se mudou para Palo Alto, na Califórnia, abriu um escritório e não apareceu mais para as aulas em Harvard.
Dois anos depois, o Facebook se tornou um sucesso mundial, com 64 milhões de usuários.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u385177.shtml
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Esgotada, a gigante pede ajuda
Não tendo conseguido desafiar o Google na área que mais lhe interessa - publicidade online -, viu sua alternativa reduzida à compra do mais próximo, embora ainda distante, concorrente do Google.
Em muitos aspectos, a empresa tornou-se aquilo que Bill Gates temia - vagarosa, burocrática, lenta na sua resposta às novas formas de concorrência -, como ocorreu com a IBM quando a Microsoft convenceu a gigante tecnológica da época a usar o seu sistema operacional . O PC da IBM foi introduzido no verão (nos Estados Unidos) de 1981. Já se passaram quase 27 anos e o produto básico da Microsoft ainda é o seu sistema operacional, hoje chamado Windows - e o seu aplicativo Office, que roda no Windows.
Produtos que renderam bilhões de dólares anuais para a empresa. A mais recente versão do Windows, que entrou no mercado há quase um ano, já está instalada em 100 milhões de computadores. Contudo, em tecnologia, com seus 27 anos, há um forte sentimento de que, embora a empresa tenha aplicado um enorme esforço durante anos para proteger seu monopólio, o mundo a ultrapassou.
Em particular, o mundo da tecnologia hoje está centralizado na internet, onde o reinado supremo é do Google, e a Microsoft nunca conseguiu fazer sérias incursões nesse campo. Há alguns anos, lançou seu próprio serviço, o MSN. Empenhou-se para desenvolver um instrumento de busca que pudesse competir com o do Google.
Desenvolveu uma infra-estrutura de publicidade para colocar anúncios em outros websites - outra especialidade do Google - e gerar suas próprias receitas de publicidade. Em ambos os casos, continuou atrasada e sem lucrar. Por exemplo, apenas 4% das buscas na internet, em todo o mundo, são feitas com o instrumento de busca da Microsoft, comparado com as mais de 65% realizadas com o motor do Google.
"Das cinco maiores divisões", disse Brent Thill, analista de software do Citigroup, "a divisão online é a única que dá prejuízo. O problema são os engenheiros de software da Microsoft, seu DNA é muito diferente do DNA de alguém que desenvolve ativos online. É uma mentalidade diferente"
Além disso, as velhas estratégias que antes funcionaram tão bem para a Microsoft - quando o mundo ainda girava em torno do Windows - não têm mais lugar neste novo mundo. Em meados da década de 90, quando a Netscape representou uma ameaça para a sua hegemonia, a Microsoft criou seu próprio browser, o Internet Explorer, tornando-o parte integrante do Windows. E usou seu monopólio no campo do desktop para revidar. Finalmente a Netscape foi vencida - e o Departamento de Justiça processou judicialmente a Microsoft por violações antitruste.
Hoje a Microsoft não tem nem o poder de fogo nem agilidade para competir com o Google. Seu monopólio do sistema operacional não lhe dá nenhuma vantagem nessa batalha. As pessoas podem usar o sistema operacional da internet e o seu navegador para acessar a internet - e o Google - ou pode usar o sistema da Apple. Realmente não importa.
Entretanto, a cada nova mania na internet, como a atual febre das redes sociais, a Microsoft é pega de surpresa e precisa correr para entrar no jogo. Mas é sempre assim quando as empresas ficam muito grandes - e é por isso que as verdadeiras inovações partem das pequenas companhias, que não têm uma concepção das coisas predeterminada nem os lucros do monopólio para protegê-las.
A aquisição do Yahoo - supondo que realmente aconteça, já que estamos ainda muito longe de uma conclusão - propiciará a grande mudança para a Microsoft? Tudo é possível, imagino. Falei com vários especialistas em tecnologia que estão convencidos de que ela tem algum sentido.
Andy Kessler, investidor da área de tecnologia e escritor, qualificou essa proposta de compra como uma "jogada ofensiva inteligente". Para Mark Anderson, presidente do Strategic News Service , "eles vão ficar com o número dois online na área de publicidade, num bom momento e a um bom preço". Rob Enderle, do Enderle Group, disse que era apenas uma questão de tempo até que alguém apostasse na compra do Yahoo e "faz sentido que seja a Microsoft".
Mas sejamos honestos. A Microsoft não está comprando exatamente a maior empresa. Mesmo depois da fusão com o Yahoo, o Google ainda terá duas vezes mais o mercado de busca do que seu concorrente. O serviço de colocação de anúncios do Google é superior tanto ao da Microsoft quanto ao do Yahoo. E o Yahoo vem tendo dificuldades nos últimos anos. Ele poderia também ter se adiantado na área das redes sociais, suas salas de bate-papo podiam ser usadas facilmente para alguma coisa que rivalizasse com o Facebook. Da mesma maneira que a Microsoft, deixaram escapar a oportunidade. O Yahoo é claramente uma empresa que perdeu a rota. Tenho dúvidas se a Microsoft pode mudar o foco da empresa e transformá-la numa concorrente viável do Google.
Também me pergunto o que o Yahoo vai ganhar com o negócio - além de um ágio para sua ação enfraquecida. "A aquisição vai ajudar a sua marca?", indagou Mark Mahaney, que cobre o Yahoo para o Citigroup. "Não. Isso vai proporcionar a eles uma melhor tecnologia de busca? Não. Ela vai lhes dar uma maior força nas vendas de publicidade? Não. Suspeito que, neste momento, tudo isso está sendo questionado nas salas da diretoria", acrescentou.
O que mais me surpreendeu na sexta-feira foram as expectativas da própria Microsoft com relação à compra. Falando claramente, eram bem reduzidas. Quando conversei com Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior da Microsoft no campo de parcerias estratégicas, o homem que está liderando grande parte dos esforços online da empresa nos últimos anos, ele não falou uma única vez em esmagar a concorrência nem mesmo sobre equiparar-se com ela.
Uma aquisição do Yahoo, disse ele, "será bom para os consumidores que desejam um outro motor de busca, editores de web que querem um outro serviço de colocação de anúncios e anunciantes que também querem mais uma opção além do Google. "Por causa do grande volume e os seus algoritmos, o Google é eficiente. Mas as pessoas gostariam de uma segunda opção também confiável."
Ele estaria dizendo que a Microsoft estaria contente em ser "essa segunda opção confiável?" Demorei para acreditar. Mas, mesmo quando insisti, ele reiterou. "As receitas de publicidade online devem chegar aos US$ 80 bilhões dentro de alguns anos", disse ele. "Isso significa uma tremenda oportunidade para todos os que estão no mercado. Existe espaço para outro protagonista confiável."
Penso no outono de 2005, quando Bill Gates visitou o The New York Times e um editor lhe perguntou se a Microsoft "faria com o Google o que tinha feito com a Netscape". "Não...", respondeu rindo. "Faremos algo diferente." Não é bem assim.
Fonte: Estadao.com.br
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Crescimento do Google ajuda Microsoft em lei antitruste
A Microsoft, maior fabricante mundial de softwares, enviou na noite de quinta-feira uma carta ao conselho do Yahoo oferecendo 44,6 bilhões de dólares pela empresa. Na sexta, o Yahoo disse que o conselho vai avaliar a oferta.
Evan Stewart, da consultoria Zuckerman, Spaeder LLP, disse que essa aquisição deve ser aprovada pelas autoridades porque existe um grande concorrente, o Google, porque o setor de tecnologia da informação muda rapidamente e porque há relativamente poucas barreiras para a entrada de novas empresas no mercado.
"No fim das contas, é difícil ver como eles podem rejeitar isso", disse Stewart.
As autoridades de proteção da concorrência nos EUA e na Europa costumam ser duras com fusões que reduzam de três para dois o número de grandes empresas num determinado setor, pois uma menor concorrência pode levar a preços mais altos para o consumidor.
Em 2001, a empresa HJ Heinz desistiu de adquirir a Beech-Nut porque as autoridades eram contra a fusão entre o segundo e o terceiro maior fabricante de alimentos para bebês.
Já a criação de um concorrente mais forte para o Google parece seduzir as autoridades do setor.
Segundo a empresa de auditoria comScore, o Google tem 77 por cento de participação no mercado global de buscas pela Internet. O Yahoo é o segundo, com 16 por cento, e a Microsoft ocupa um distante terceiro lugar, com 3,7 por cento.
"O que se quer é mais do que um só 'player' dominante", disse Edward Henneberry, co-presidente da Heller Ehrman LLP, consultoria européia para questões de concorrência.
Em San Francisco, Thomas Barnett, secretário-assistente de Justiça dos EUA para questões antitruste, disse apenas estar "ciente" da possível aquisição.
O senador democrata Herb Kohl disse que uma subcomissão antitruste presidida por ele vai realizar audiências sobre o tema caso o Yahoo aceite a proposta.
"Vamos precisar escrutinar o acordo cuidadosamente para garantir que não vai causar mal nenhum à competitividade do que tem sido um vibrante mercado da alta tecnologia, ou impactar negativamente os direitos de privacidade dos usuários da Internet", disse Kohl em nota.
Mas Hennenberry disse que as agências reguladoras dos EUA e da Europa devem deixar de lado as preocupações manifestadas por defensores do direito à privacidade. "As questões de privacidade não são realmente questões de concorrência", afirmou.
Fonte: Yahoo.com.br
Microsoft quer comprar Yahoo! Essa é a saída?
A Google sempre ganhou usuários pela qualidade e inovação de seus serviços. Busca, mapas e email da empresa são, para muitos, insuperáveis. A gigante revolucionou diversas vezes a internet; primeiro com sua busca simples e inteligente, depois com a popularização do conjunto de tecnologias AJAX. Hoje, é um dos maiores cases de sucesso em tecnologia.
Na outra ponta da web, temos o Yahoo. Fonte de inspiração do Google, hoje as duas empresas cobrem a maior parte do desejo por serviços online dos internautas. A Yahoo, aliás, tem uma história muita parecida com a da Google, para quem conhece.
A grande diferença das duas maiores empresas que abraçam a internet é a forma como elas se completam: a Google prioriza sua tecnologia para crescer. O Yahoo valoriza seus funcionários. E cada uma conquista usuários de seu jeito.
Querendo entrar na brincadeira, há tempos, está a Microsoft. A gigante dos computadores pessoais, na web não passa de um elefante branco: muito dinheiro, muitos serviços, muita publicidade, e pouca aceitação. A Microsoft já começou na web cometendo o mesmo erro que o Yahoo cometeu quando perdeu espaço para o Google: esquecer de inovar. Um usuário só vai utilizar um serviço novo, se trouxer algum benefício sobre o antigo. Não adianta passar o resto da vida correndo atrás apenas tentando fazer igual.
Amarração e falta de foco
Vou resumir ao máximo a estratégia da Microsoft na web: o MSN existe para combater o Yahoo. E Windows Live para combater o Google. E até hoje nenhum conseguiu com sucesso.
Mas por que não? Porque a Microsoft não é uma empresa focada nem em tecnologia, nem em gente: ela é focada em negócios. E nesse cenário, somente negócios não agrada usuário.
A Microsoft só vende Windows para usuários porque tem muitas parcerias, que dependem dele ganhar dinheiro. E entenda como parceiro desde o técnico do computador ao desenvolvedor de software, passando por fabricantes de anti-vírus e de computadores.
Da mesma forma que ela vende Windows “amarrando” a tudo e a todos no processo, ela vem tendando fazer isso com na web. Quem compra Windows, já tem Outlook (fácil de configurar o Hotmail), Windows Messenger (um salto pro portal MSN), Internet Explorer e Windows Media Player (ambos também com ligações a seus serviços online). O Windows Vista traz links para o Windows Live logo na tela de boas vindas. E recentemente a empresa fez parcerias com Digg.com e comprou influência no crescente Facebook.
Temos que admitir: a Microsoft está comendo pelas beiradas. O problema é que a sopa já está esfriando.
A volta por cima
Em um momento em que pessoas especulam que a Microsoft já está condenada até no mundo dos sistema operacionais, a gigante dá um susto em todo o mercado: faz uma proposta de compra para a Yahoo. Sim, já é confirmado. E são 44,6 bilhões de dólares.
O que podemos concluir disso? Primeiro: a Microsoft está mesmo disposta a passar a Google, em todos os sentidos. Ela vai aliar sua estratégia em negócios ao carisma do Yahoo e com essa arma pretende combater o crescimento frenético da Google. E segundo: ou a Microsoft sabe muito bem o que está fazendo, ou está dando tiro para todos os lados. Eu nunca ouvi falar de uma aquisição de valor tão alto na história.
Esperamos que, no fim dessa história, prevaleça a concorrência saudável. Como usuário, eu detestaria ver o nascimento de um duopólio como este que pode estar por vir.
Fonte: Undergoogle.com
Vantagens da compra da Yahoo! pela Microsoft
Olhando pelo lado bom: duas empresas como a Microsoft e o Yahoo! juntas poderia trazer benefícios. A começar pela integração de seus serviços e produtos. Yahoo! Messenger e Windows Live Messenger poderiam conversar melhor e com mais recursos habilitados; o Yahoo! poderia ter melhores softwares e serviços do Yahoo! poderiam ser integrados ao sistema operacional Windows, assim como acontece com o Windows Live, da Microsoft. O Live Search também seria melhorado, exibindo resultados do Yahoo! Search.
Outro ponto destacado pelo editor do Google Discovery, Rômulo Mendes, é que com os investimentos da Microsoft, o Yahoo! poderá melhorar ainda mais seus produtos, e quem ganhará com isso serão nós usuários. Uma possível união destas duas empresas também fará o Google agir e começar a inovar (todos devemos concordar que a gigante de MountainView está meio… "parada" ultimamente).
Fonte: Googlediscovery.com
Microsoft oferece US$ 44 bi pela Yahoo!
A Microsoft acrescentou que a oferta é de 31 dólares por ação, o que representa um prêmio de 62 por cento sobre o preço da ação no fechamento do mercado norte-americano na quinta-feira.
"Temos grande respeito pelo Yahoo e juntos podemos oferecer um conjunto animador de soluções para consumidores, publishers e anunciantes, ao mesmo tempo que nos tornamos melhor posicionados para competir no mercado de serviços online", afirmou o presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, em comunicado.
O Yahoo não estava imediatamente disponível para comentar.
A Microsoft afirma ter identificado quatro áreas nas quais poderia gerar pelo menos 1 bilhão de dólares por ano em sinergias.
As ações do Yahoo subiram 56 por cento, a 29,95 dólares, antes da abertura do mercado nesta sexta-feira.
Fonte: Info.abril.com.br
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
MS libera versões do Vista para virtualização
Até agora, só as versões Business e Ultimate podiam funcionar em aplicativos como VMware ou Parallels, este último desenvolvido para liberar o Windows em máquinas da Apple.
Originalmente, a Microsoft argumentava que rodar o Vista em modo virtual apresentava falhas de segurança e, por tanto, seu uso só era apropriado com versões mais completas, como a Ultimate e Business.
Com a mudança, qualquer versão do Vista poderá funcionar em sistemas de virtualização. Na prática, isto deve levar o Vista para mais máquinas, especialmente para os usuários de Mac que relutavam em pagar por uma versão Ultimate, sensivelmente mais cara, só para ter o benefício da virtualização.
- Que usuário Mac seria louco de trocar Mac por Windows?
Fonte:http://info.abril.com.br/
Trojan de MSN muda idioma de acordo com vítima
Um novo vírus para Windows XP foi encontrado na rede de mensagens instantâneas da Microsoft, Windows Live Messenger (anteriormente conhecido como MSN Messenger), e tem como principal característica a de mudar sua abordagem de acordo com o idioma da possível vítima.
O Channel Register informou que o IRCBOT-RB tenta enganar o usuário com a técnica clássica de envio de mensagens com links que levariam para supostas fotos de sites de redes sociais como MySpace e Facebook. No texto, um convite pergunta se o usuário quer ver as fotos antes que elas sejam enviadas para o Facebook.
Ao clicar no link, o usuário incauto é levado para sites maliciosos que tentam explorar falhas e baixar novos malwares, que colocam o sistema infectado à disposição de uma rede. A diferença desta nova praga é a capacidade de se modificar de acordo com a linguagem do sistema operacional afetado, um fator extra que seria capaz de convencer alguns usuários a caírem na armadilha.
Segundo a Trend Micro, o trojan abre uma imagem quando se instala corretamente, mostrando uma foto distorcida de um rosto, provavelmente tirada com uma webcam, com o título de janela "don´t laugh, haha!!" (em português "não ria, haha !!").
Recomenda-se a qualquer usuário não cair na tentação de clicar em links suspeitos distribuídos em qualquer rede de mensagem instantânea, a menos que se tenha certeza da origem, e também suspeitar de mensagens que se refiram a redes sociais online.
Fonte:http://br.tecnologia.yahoo.com/
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
CS e Everquest estão proibidos no Brasil
Os populares jogos Counter Strike e Everquest estão proibidos em todo o territorial nacional em razão de decisão judicial da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais.
O Procon de Goiás já começou a fazer o recolhimento dos jogos no Estado, segundo uma nota divulgada no site do órgão.
Segundo a decisão da Justiça, os jogos “são nocivos à saúde dos consumidores”, infringindo os artigos 6, I, 8, 10 e 39, IV do Código de Defesa do Consumidor.
O site do Procon afirma que, no jogo, “traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas”, no que parece ser uma referência ao mapa cs_rio, desenvolvido por brasileiros e disponível em vários sites por download.
O mapa recria um ambiente similar a uma favela no Rio de Janeiro, com imagens do Cristo Redentor ao fundo, mas em nenhum momento a versão original do mapa inclui integrantes das Nações Unidas, somente os personagens originais do game, que é uma modificação do jogo Half-Life.
Produzido pela Valve, o game está disponível no país desde 2000. O Counter Strike (CS) é um dos games mais presentes em Lan Houses e em competições internacionais, como o World Cyber Games, onde a categoria mais disputada é a do game CS.
Quanto ao RPG online Everquest, o texto alega que o game leva o jogador “ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos ‘pesados’”, afirmando que as tarefas do jogo podem ser boas ou más.
Essa é uma característica presente em quase todo Role Playing Game (RPG), onde os jogadores controlam uma personagem em mundos fantasiosos. O Everquest é distribuído pela Sony.
A Eletronic Arts, responsável pela distribuição do game Counter Strike no Brasil, afirma, em nota oficial que ainda não notificada oficialmente pela Justiça.
Ela também esclareceu que "itens como traficantes, a cidade do Rio de Janeiro, favela, trilha sonora funk e pontuação extra por matar PMS, não fazem parte do jogo original".
Estas modificações, de acordo com a empresa, foram criadas por pessoas que não têm qualquer tipo de ligação ou relacionamento com ambas as empresas e que dispuseram seu download gratuitamente pela internet. A EA aguarda notificação judicial para poder tomar as devidas providências.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Dilema: Computador faz mal à vista ou não?
Reza a lenda, que a claridade do monitor emite ondas alfas radioativas que corroem a retina alguma coisa que não faz bem para os nossos olhos. A verdade é que a própria claridade não faz bem para o olho. Esta radiação não causa danos físicos ao olho, mas a exposição prolongada pode provocar alguns sintomas temporários, como olhos vermelhos e lacrimejantes, sensibilidade à luz, e dificuldade para atingir o foco.
Você certamente já passou madrugadas no computador, e a sensação é que alguém jogou areia nos seus olhos, certo? O globo fica todo ressecado, e a vista começa a embaçar. Este ressecamento talvez seja o único e pior mal que o computador nos causa.
Isto acontece, pois ao ficarmos na frente do monitor, piscamos até cinco vezes menos! Como consequência, este ressecamento pode sim causar males à córnea.
Eu que trabalho o dia todo no computador, me pego nas situações citadas acima com freqüência, principalmente com relação a dificuldade para atingir o foco. É normal para mim abrir o meu leitor de feeds, e não conseguir passar do primeiro artigo. As letras parecem ensaiar um esquema de pirotecnia.
E tem mais, este cansaço visual não ataca apenas quem tem algum problema de visão. Eu sou prova viva disso, nunca precisei de óculos na minha vida.
Fique atento! Há algumas medidas que você pode tomar para melhorar a sua experiência na frente do computador. A mais clássica (e efetiva) é fazer intervalos regulares. Eu sei que é difícil (acredite!), mas tente se afastar do computador por alguns minutos, algumas vezes por dia. Trabalhar em ambientes escuros força a vista, mantenha a luz acesa sempre.
No que diz respeito a configuração da máquina, sempre deixe o monitor com o contraste no máximo, e o brilho (quase) no mínimo. Isso é uma lição que todo profissional de design e fotografia digital deve conhecer.
Mantenha a taxa de atualização do monitor na mais alta possível, o ideal é a partir dos 85hz. Monitores de LCD também são menos prejudiciais, pois não emitem elétrons, e deixam a imagem menos tremida.
Fonte: http://www.tecnoblog.net/segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a todos!
(em especial ao Hummel)
sábado, 24 de novembro de 2007
Bug: Visualizar Fotos Trancadas do Orkut
2. Assim sendo vá até algum scrap que a pessoa tenha enviado para algum amigo, ou até mesmo para você. Podendo ser inclusive postagem em algum tópico de comunidade. Clique com o botão direito de seu navegador em cima da foto, clique em propriedades da imagem e você terá escrito o endereço da imagem. Anotem o número da imagem. Esse número é o: XXXXXXX.jpg que irá aparecer no final do link da mesma. Guarde esse número conforme imagem abaixo.
3. Abra uma aba do seu navegador e digite o endereço ( http://img3.orkut.com/images
http://img3.orkut.com/images
Pronto, a imagem trancada em tamanho reduzido (160 x 120 pixels) irá aparecer no seu navegador bem diante dos seus olhos.
Lembrando que no endereço: http://img3.orkut.com/images
Simples não ?
Fonte: http://googlediscovery.com/
Autor: Marco Faustino
domingo, 18 de novembro de 2007
Somos reféns da Web 2.0
No começo era uma novidade, todos queriam saber afinal o que era a tal da web 2.0. Com o passar do tempo, aos poucos fomos incorporando o conceito de colaboração online, onde somos nós que produzimos o conteúdo. De meros leitores, passamos a criadores. Então começaram a surgir centenas de sites com nomes esquisitos, todos pedido: vamos, entregue os dados para mim! E nós participando, interagindo, achando maravilhoso, nos divertindo. Pois é, era engraçado.
Quantos sites web2.0 você consegue ver aqui?
O que dizer do Google, que sabe mais de nossa vida do que nós mesmos? Nossos gostos, lugares que vamos, os amigos, os documentos, os vídeos que mais gostamos, o que nos interessa… Quantos dos serviços do Google você usa? E ele ainda vai integrar as redes sociais, imagina só no que vai dar!
A Web 2.0 é fantástica. E surpreendente, a cada dia descobrimos novos serviços em que olhamos e pensamos: como pude viver antes sem isso? Ou pior: Porque eu não inventei isso antes (e fiquei milionário)? Mas a cada dia que passa, dependemos mais dela. E se o del.icio.us tiver um grande problema e perder seus favoritos? Ou o Google apagar os seus documentos? Ou o Yahoo decidir que não vale mais a pena investir no Flickr?
Outro fator que inclusive gerou discussão no BlogCamp de Fortaleza foi a questão de privacidade. Ela está desaparecendo, simplesmente. Tudo tem um preço. Se por um lado queremos ter todo o conteúdo que quisermos ao alcance de um clique, por outro, temos que abrir mão de parte de nossa privacidade.
Fonte: http://mundotecno.blogsome.com/
Autor: Cynara Peixoto
Descubra o verdadeiro lado pirata com o Google Pirate
A evolução dos motores de busca tem nos permitido descobrir diversas possibilidades de navegação na WEB, um dos principais responsáveis para com essa evolução como todo mundo sabe é o Google, ainda mesmo com os filtros e tudo que á de mais tecnológico relacionado a isso o Google nos permite a encontrar diversos conteúdos onde estão na lista dos conteúdos proibidos. Mas tem diversos motores de busca hoje em dia que encontram exclusivamente esses conteúdo onde no Google são filtrados e o que eu apresento a vocês que estão sempre em busca constante de conteúdo “legalizado” é o motor de busca GOOGLE PIRATE, com um nome bem sugestivo ele proporciona busca de diversos tipos de conteúdo como:
- Torrents
- Software
- Roms
- Musica
- eBooks
- NZB
- Video
- Ringtones
- Web
- Albums
- Comics
Nesse motor de busca encontra tudo que você estive necessitando!
Fonte: http://aluisiosaboya.com/
sábado, 17 de novembro de 2007
Como funciona uma máquina de busca?
Sim, todos os termos acima se referem a mesma coisa: A parte da máquina de busca responsável por coletar os documentos da Web a serem indexados e consultados posteriormente. Mas como eles funcionam? Os coletores começam com um conjunto inicial de URLs para serem visitadas. O sistema então baixa estes documentos e deles extrai os links, conteúdo e outras informações. As URLs dos links extraídos são guardadas para que se possa acessá-las posteriormente. O processo é mostrado na figura abaixo:
Para que tudo isso funcione o processo todo é dividido em partes (componentes):
- Coletores - Fazem a requisição de páginas aos servidores HTTP. Extraem os links das páginas recebidas e enviam ao escalonador. Requisitam do escalonador uma ou mais URLs a serem coletadas.
- Servidor de Armazenamento - Recebem os documentos coletados e os armazena localmente. Fazem a extração (também chamado de parsing) do texto e conteúdo em outros formatos: PDF, Word, Powerpoint, etc.
- Servidor de Nomes - Faz um controle das requisições DNS (Domain Name System) para que os coletores não façam requisições remotas. Em outras palavras não deixa o coletor procurar onde está um site se o Servidor de Nomes já tem guardado essa informação.
- Escalonador - Responsável por decidir qual a próxima URL a ser coletada. Coordenando dessa forma a ação dos coletores. Deve garantir que não haverão coletas repetidas.
Assim temos esta figura mais detalhada:
O escalonamento é um função crítica da coleta. É complicado coletar TODAS as páginas da Web. Por isso são utilizadas técnicas para tentar pegar apenas as "melhores" páginas. Alguns exemplos são:
- Em Profundidade - Resulta em uma coleta “focada”, pois você caminha por todo um determinado site antes de ir para o próximo. Pode-se limitar o número de níveis.
- Em Largura com sufixo de URL - Exemplo: *.terra.com.br. Garante cobertura balanceada entre sites. Técnica bastante utilizada.
- Baseadas em Ranking de URLs - Pode ser baseada em conteúdo, em popularidade (número de acessos) ou em conectividade (número de referências).
- Baseada em Conectividade - Pode ser de dois tipos:
- Referências (Backlink count) - Quanto mais links apontando para uma página maior a "importância" dela.
- Variações recursivas - Links vindos de páginas com maior "importância" tem maior peso. Esta é a técnica usada pelo algoritmo PageRank.
Existem algumas outras dificuldades e observações relativas aos coletores na Web. Como muitos sabem, os robôs das máquinas de busca devem seguir algumas restrições especificadas no arquivo robots.txt e em meta-tags. Além disso, é considerado ético não bombardear o servidor de um site com inúmeras requisições sequenciais.
Existem outros inúmeros detalhes e problemas que precisam ser resolvidos na hora de construir um coletor para uma máquina de busca na Web.
Fonte: http://www.blogdohummel.com/
Autor: Felipe Hummel
O futuro das máquinas de busca

Faz anos que usamos a busca por palavras-chave na Web, mas a última grande mudança no segmento foi quando 2 acadêmicos da Universidade de Stanford desenvolveram o PageRank, um algoritmo que melhorou absurdamente a relevância dos resultados, que depois ajudou a alavancar o Google. De lá pra cá não percebemos o quanto as máquinas de busca evoluíram. Isso deve-se ao fato de que o paradigma continua o mesmo. Continuamos a fazer as buscas da mesma forma. Será que isso pode mudar? Tem como as consultas ficarem mais intuitivas e simples? Será o uso de Processamento de Linguagem Natural a resposta?
Recuperação de Informação (RI) é “a tarefa de encontrar documentos relevantes a partir de um corpus ou conjunto de textos em resposta a uma necessidade de informação de um usuário”. A área de RI tornou-se mais conhecida com o advento das máquinas de busca na Web. Um dos modelos mais conhecidos de RI com esse intuito é o Espaço Vetorial (ou Vector Space Model). Este modelo é, provavelmente, usado por todas as grandes máquinas de busca de hoje, inclusive o Google.
Obviamente, todos estão tentando melhorar os seus algoritmos. Nos últimos anos, a comunidade acadêmica vem apresentando modelos probabilísticos (o Vetorial é algébrico) mais viáveis. O BM25, por exemplo, foi apresentado em vários artigos científicos ganhando em várias condições do modelo Vetorial. Mas quando digo “ganhar”, quero dizer que ele mostra resultados ligeiramente mais relevantes e quando digo Vetorial quero dizer o modelo puro, sem as melhorias que as máquinas de busca com certeza fazem nele.
O Vetorial ainda é o preferido por ser simples de implementar e manter, é só mandar rodar que ele já funciona muito bem. O BM25 e quase todos os outros modelos que fazem frente ao Vetorial precisam ser treinados, parâmetros precisam ser ajustados de tempos em tempos e o parâmetro que serve para um conjunto de páginas pode não servir para outras. Todos esses detalhes são custos a mais para a máquina de busca, tanto em tempo de processamento quanto em dinheiro mesmo. Basicamente, ninguém consegue ganhar do modelo Vetorial no custo/benefício e olha que ele já tem algumas décadas.
Em outra frente de pesquisas, algumas empresas novatas vêm ganhando atenção afirmando poder mudar a forma como fazemos buscas na Web . Entre elas a Powerset e a Cuill. A primeira usa processamento de línguagem natural para receber as consultas e processá-las. Em teoria, uma pesquisa por “Políticos que morreram de câncer” deveria retornar sites que cite políticos com esta distinção e não necessariamente tenham estas mesmas palavras. Eles conseguem fazer isso analisando as palavras e “entendendo” o contexto. Parece complicado? Bastante!
A questão é saber se é possível fazer isso funcionar na Web, com bilhões de páginas e com um vocabulário gigante. A resposta, provavelmente é AINDA não. A empresa chegou a fazer demonstrações, mas sempre com um conjunto de páginas e consultas limitado, não retratando a realidade da Web. O modelo Vetorial implementado numa máquina de buscas consegue responder rapidamente a uma consulta, já o processamento de consulta da Powerset deve ser muito mais complexo e pesado devido à necessidade de “entender” a consulta.
Conversando com pesquisadores e/ou entendidos na área de Recuperação de Informação percebe-se opiniões similares. Existem várias modelos antigos e novos para se fazer uma máquina de busca, alguns deles conseguem “vencer” o modelo Vetorial. Mas estas vitórias acabam sendo tão apertadas que simplesmente não compensam. Por outro lado há a necessidade de diminuir custos na indexação de páginas (coleta e armazenagem). A Cuill investe nisso, e diz ter custos 90% menores aos do Google. Na minha opinião, as chances de esta porcentagem estar certa são baixas. A coleta e indexação de documentos na Web é uma tarefa complexa e muito cara devido ao tamanho da base de dados. Diminuir 90% significa diminuir a ordem de complexidade dos algoritmos usados, o que é uma terefa MUITO complicada.
Fonte: http://www.googlediscovery.com
Autor: Felipe Hummel
domingo, 4 de novembro de 2007
Uma comparação: Gmail - Yahoo! Mail - Windows Live Hotmail
* O limite de armazenagem está constantemente subindo.
** Somente via softwares da própria Microsoft, como Outlook ou Windows Live Mail.
*** Somente pelo "Cliples da Web".
Fonte: http://googlediscovery.com/
Autor: Willian Max
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Proteja a sua rede Wireless
Cada roteador tem uma interface diferente. Nossas instruções funcionam diretamente no D-Link XTreme DIR-655, acessado digitando 192.168.0.0 ou .1 no seu navegador.
1. Monitore a sua lista DHCP
Procure por nomes, números ou computadores suspeitos, que você não conheça. Nessa imagem, a máquina "thedellmonster" entrou sem permissão em nosso roteador. Caso isso aconteça, desligue o seu roteador imediatamente, ligue-o novamente e mude a sua chave WPA, utilizando uma mescla de números e letras.

2. Utilize Access Control (Controle de Acesso)
Clique em Tools (Ferramentas), e depois em Schedule (Agenda). Defina o horário de acesso dos usuários no roteador e clique em Add (Adicionar). Dentro da opção Advanced (Avançado), clique em Enable Access Control (Habilitar Controle de Acesso). Clique em Add Policy (Adicionar Política de Acesso), dê um nome à ela e selecione a agenda no menu pop-up, escolhendo o MAC address dos computadores. Clique Next (Seguinte), selecione "Block All Access" (Bloquear todo o Acesso) e clique Save (Salvar).

3. Use o Wi-Fi Protegido no Windows Vista

4. Limite o Alcance do Sinal

Fonte: http://pcmag.uol.com.br/
Autor:John Brandon
Tipo: Notícias
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Led de Bolso

Como pode ver, os 3 volts da bateria são suficientes para acender o LED, muito embora a tensão nominal dele seja 3.3v:



Aqui está o "produto" finalizado. Mais luminoso e menor que os concorrentes :)

Fonte: http://www.guiadohardware.net
Autor: Carlos E. Morimoto
Tipo: Notícias

